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August 9, 2016

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Mudanças, novos ciclos e crescimento!

Estelamaris, que contribui com a Adity desde junho de 2017 foi convidada a assumir a gerência da Schulze Recuperação de Crédito.

 

À Estela nosso agradecimento pelas oportunidades de trocas, aprendizado e parceria. Sucesso no novo desafio!

 

 

 

Um dos temas que Estela aprofundou na Adity foi ENGAJAMENTO. Assim, deixa aqui uma interessante síntese para nossa compreensão sobre este tema tão atual e importante:

 

Falando de engajamento no trabalho...
Atualmente muito se fala de engajamento nas organizações no intuito de buscarem a mensuração e o sentido real do comprometimento das pessoas. Mas o que seria esse tal engajamento? Entende-se por engajamento no trabalho, um estado em que o funcionário se encontra de genuíno envolvimento, vontade de contribuir e permanecer na empresa bem como, com elevado sentimento de pertencer à organização.

 

Durante muitos anos a pesquisa de clima foi e é amplamente utilizada nas organizações buscando mensurar o grau de contentamento dos colaboradores em relação a diversos aspectos da organização e não exatamente o engajamento das pessoas para com a empresa. É nesse viés que as organizações estão buscando ferramentas que traduzam o comprometimento. Para gerenciar engajamento e comprometimento é necessário levantar valores, fatos e dados que mensurem e mostrem o melhor caminho na escolha e na manutenção de profissionais engajados. Lembrando que tudo aquilo que não se mede não se gerencia.

 

É importante nos atentarmos que, em função das grandes mudanças de mercado, juntamente com os avanços tecnológicos e a tendência de incutir uma cultura efêmera, quando a satisfação não é saboreada aos poucos e sim tudo de uma só vez, estabelece-se um sistema que por vezes chamamos de conflito de gerações. É nesse cenário que a área de gestão de pessoas atuar para administrar e alinhar junto aos gestores, as ações necessárias com menor impacto e maior produtividade. As empresas devem evitar tornarem-se lugares de dúvida, tanto por parte do funcionário quanto dos gestores e é nessa dúvida que nasce a necessidade da avaliação de engajamento.

 

Diante desses fatos, o desafio que envolve a pesquisa e a mensuração do ENGAJAMENTO e COMPROMETIMENTO vem crescendo para os profissionais de RH no sentido de darem suporte a essa nova construção de valores e necessidades pelas quais as organizações estão passando.
Vários profissionais vêm se debruçando sobre o assunto e chegaram praticamente numa linha básica para a pesquisa onde existem 3 pilares:


AUTONOMIA: os profissionais são envolvidos nas decisões e participam das decisões com a liderança. A liderança mostra o quanto aquele funcionário é importante naquele processo ou projeto.

 

CRESCIMENTO: os profissionais encontram espaço para crescerem e se desenvolverem profissionalmente. Sentem-se competentes em sua capacidade de fazer diferença. É importante que as empresas tenham definidas as bases de reconhecimento e crescimento.


CONTRIBUIÇÃO: os profissionais podem falar francamente de suas percepções/sentimentos e são de fato escutados. Sentem-se reconhecidos e recompensados por suas contribuições. Eles querem se sentir fazendo parte.

 

 

 

A partir dos três pilares, podemos dimensionar por meio de um comparativo de Percepção X Comportamento. Basicamente é levado em consideração a dimensão comportamental e a dimensão de percepção positiva do trabalho. Resumidamente, o questionário apresentado aos funcionários questiona como eles percebem suas funções e traça seu estado atual de comportamento durante o trabalho. As respostas te levarão a determinar o quão está engajado determinado funcionário. Com o transcorrer da pesquisa foi adaptado o quadro abaixo dentro da
realidade das empresas de nossa região.

 

Observa-se uma conclusão a primeira vista bem categórica e pejorativa dos profissionais, mas nos mostra de forma clara que a base de percepção e comportamento devem ser mensuradas. Base adaptada para nossa região.

 

 

 

 

 

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